Ataque a usina ou à usina?
Até você, BBC? Corrigindo: “A Rússia é criticada após ataque à usina”. Faltou crase. Até a gigante BBC vacila, hein! Notícia visualizada em 04/03/2022.
Até você, BBC? Corrigindo: “A Rússia é criticada após ataque à usina”. Faltou crase. Até a gigante BBC vacila, hein! Notícia visualizada em 04/03/2022.
Vacilo do G1. Aí vão pôr a culpa no pobre do estagiário… Pode isso, Arnaldo?! Faz lembrar o ano de 2006, quando o jornal “Tribuna de Alagoas” publicou na primeira página, em letras garrafais: “BOTAGOFO CAMPEÃO! BOTAGOFO CAMPEÃO! BOTAGOFO CAMPEÃO!” Isso passou batido pelo revisor, pelo editor-chefe e pelo diagramador. Notícia visualizada em 06/12/2021.
“Flavio Prado revelou o motivo de ter deixado para torcer para o São Paulo”. A frase ficou confusa e mal construída. Só faltou uma revisãozinha. Corrigindo: “ter deixado de torcer”. Notícia visualizada em 10/03/2022.
O emprego ou não da crase continua sendo um problema para a maioria dos brasileiros, inclusive para aqueles que teriam, a fortiori, obrigação de conhecer melhor a respeito. Notícia do G1 de hoje diz: “Adolescente usou arma de pai em ataque a escola na Bahia; delegado investiga participação dele em outros casos”. O erro está…
Corrigindo: “… a Ucrânia ficou dominada pela Rússia”. Faltou a preposição “pela”. Uma curiosidade interessante a respeito é que “pela” é a união de per + la. Tem relação com o português arcaico. Notícia do G1 visualizada em 04/03/2022.
O “Extra” também escorregou no português. No título, o pronome “deste” está incorreto. O certo seria “desse”. Simplificando muito a regra, “deste” diz respeito ao que será dito, “desse” ao que já foi mencionado. Notícia visualizada em 27/02/2022.
“Em meio a crise”. Notícia da UOL que também não foi revisada. Ou o jornalista não sabe fazer uso da crase. O sentido é de “No meio da crise”, logo, a letra a tem que ser craseada. Notícia visualizada em 09/05/2022.
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