Isso é um furo de reportagem?
Como o Palmeiras conseguiu vender o Atlético Mineiro sem ser dono dele, eu não sei… Como bem a propósito comentou um amigo, deve ser a moda SAF! Notícia veiculada pelo site Verdão Web. Visualizada em 05/03/2022.
Como o Palmeiras conseguiu vender o Atlético Mineiro sem ser dono dele, eu não sei… Como bem a propósito comentou um amigo, deve ser a moda SAF! Notícia veiculada pelo site Verdão Web. Visualizada em 05/03/2022.
Essa notícia contém um belo exemplo de título caótico e ambíguo. Quem desapareceu, o idioma ou a senhora? Por sinal, yamana se escreve com inicial minúscula, assim como dizemos “idioma português”. Um bom título seria: Última falante de língua indígena morre e com ela desaparece o idioma yamana. Visualizada em 21/02/2022.
No dia 26 de setembro, o portal R7 publicou uma chamada com erro de concordância: “Com dias de vida ou antes nascerem, filhos de famosos fazem sucesso”. À primeira vista está tudo certo, o sujeito é “filhos” e, portanto, concorda com “nascerem” e com “fazem”, no entanto, só o verbo fazer deve concordar com filhos,…
O emprego ou não da crase continua sendo um problema para a maioria dos brasileiros, inclusive para aqueles que teriam, a fortiori, obrigação de conhecer melhor a respeito. Notícia do G1 de hoje diz: “Adolescente usou arma de pai em ataque a escola na Bahia; delegado investiga participação dele em outros casos”. O erro está…
Corrigindo: “… a Ucrânia ficou dominada pela Rússia”. Faltou a preposição “pela”. Uma curiosidade interessante a respeito é que “pela” é a união de per + la. Tem relação com o português arcaico. Notícia do G1 visualizada em 04/03/2022.
“Mim vencer!” Mais uma do Extra… Dessa vez o pecadito foi um “r”. Então, corrigindo: “Tenista russo vence partida em Dubai e deixa mensagem de paz”. Embora o tenista seja russo, o jornalista é brasileiro. Faltou atenção do revisor. Notícia visualizada em 25/02/2022.
A notícia veiculada por Aventuras na História diz que Hiroshi Mikitani é o “fundados” da varejista Rakuten, em vez de “fundador”. Trocar uma letra na hora de digitar é para lá de comum. A questão não é escrever errado, mas não reler o que redigiu! Notícia visualizada em 27/02/2022.
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