Isso é um furo de reportagem?
Como o Palmeiras conseguiu vender o Atlético Mineiro sem ser dono dele, eu não sei… Como bem a propósito comentou um amigo, deve ser a moda SAF! Notícia veiculada pelo site Verdão Web. Visualizada em 05/03/2022.
Como o Palmeiras conseguiu vender o Atlético Mineiro sem ser dono dele, eu não sei… Como bem a propósito comentou um amigo, deve ser a moda SAF! Notícia veiculada pelo site Verdão Web. Visualizada em 05/03/2022.
“Flavio Prado revelou o motivo de ter deixado para torcer para o São Paulo”. A frase ficou confusa e mal construída. Só faltou uma revisãozinha. Corrigindo: “ter deixado de torcer”. Notícia visualizada em 10/03/2022.
Até você, BBC? Corrigindo: “A Rússia é criticada após ataque à usina”. Faltou crase. Até a gigante BBC vacila, hein! Notícia visualizada em 04/03/2022.
“Em meio a crise”. Notícia da UOL que também não foi revisada. Ou o jornalista não sabe fazer uso da crase. O sentido é de “No meio da crise”, logo, a letra a tem que ser craseada. Notícia visualizada em 09/05/2022.
Essa notícia contém um belo exemplo de título caótico e ambíguo. Quem desapareceu, o idioma ou a senhora? Por sinal, yamana se escreve com inicial minúscula, assim como dizemos “idioma português”. Um bom título seria: Última falante de língua indígena morre e com ela desaparece o idioma yamana. Visualizada em 21/02/2022.
Revista Galileu deixou passar um errinho num texto sobre fósseis de Homo sapiens. Notem que em vez de uma vírgula, aparece um “e” antes de ‘revela que esses restos”, etc. O correto seria: “No entanto, uma pesquisa internacional publicada nesta quarta-feira (12) na revista Nature, revela que esses restos humanos…”. Notícia visualizada em 12/01/2022.
Viva o backspace! O jornalista começa a redigir, apaga, volta atrás, escreve, emenda e não presta atenção porque não revisou o que redigiu. Aí sai essa pérola: “queria de me ver” em vez de “queria me ver”. Visualizada em 10/01/2022.
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